Tudo o que segue trata de Selank. Mantemos linguagem clara, apoiamos na literatura e separamos o bem documentado do que segue em aberto.
Atualizado em 2025-12-26. Números e descrições seguem a literatura publicada, não o material promocional.
=== Evolução posterior e morte de Abu Bakr al-Baghdadi (2017-atualmente) === Com as sucessivas derrotas militares, o Estado Islâmico intensificou os esforços para exportar o caos que costumava confinar dentro de suas fronteiras. O ataque ao Ocidente desenvolve-se a partir do interior dessas sociedades, aproveitando circunstâncias como a imigração em massa. O EI encorajou ataques individuais, oferece apoio e instruções pela internet, além de ter membros designados na Europa para fornecer orientação direta a jihadistas. A princípio reprovando a imigração muçulmana para a Europa, cedo verificou que assim poderiam introduzir facilmente combatentes no Ocidente. O Estado Islâmico aconselhava métodos simples para liquidar aqueles que considerava como "infiéis"ː "esmague-lhe o crânio com uma pedra, mate-o à facada, atropele-o com um carro, lance-o de uma falésia, estrangule-o ou envenene-o".
Fontes: pt.wikipedia.org
Assim o EIIL chamou a si a responsabilidade por uma grande série de ataques terroristas fora do Iraque e Síria, e não só na Europaː o atentado de Sousse, na Tunísia em 2015 (38 mortos), o atentado de Suruç na Turquia também em 2015 (33 mortos), o ataque ao Museu Nacional do Bardo, na Tunísia em março de 2015 (22 mortos), os atentados de Saná também em março de 2015 (142 mortos), o ataque ao Centro Curtis Culwell no Texas em 3 de Maio de 2015 (1 ferido), a bomba no voo Metrojet 9268 em Outubro de 2015 (224 mortos), o atentado em Ancara em 2015 (102 mortos), os atentados de Beirute em 2015 (43 mortos), os ataques de novembro de 2015 em Paris (130 mortos), o assassinato de Jaafar Mohammed Saad, o governador de Aden, o atentado em Istambul em janeiro de 2016 (11 mortos), os atentados em Bruxelas em março de 2016 (32 mortos), os atentados no aeroporto de Istambul em 2016 (48 mortos), o atentado de julho de 2016 em Nice (86 mortos), o ataque em Cabul em julho de 2016 (80 mortos), o atentado de Berlim em 2016 (12 mortos), o atentado em Istambul em janeiro de 2017 (39 mortos), o ataque no metrô de São Petersburgo em 2017 (15 mortos), o atentado na Manchester Arena em 2017 (22 mortos), os ataques em Teerã em 2017 (18 mortos) e os atentados no Paquistão em 13 de julho de 2018 (pelo menos 131 mortos). Em 2018, o Deutsche Welle noticiou que um grupo de seguidores do Estado Islâmico supostamente impõe as suas regras no campo de refugiados de Moria, na Grécia, considerado o pior campo da Europa, onde vivem cerca de oito mil pessoas.
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O grupo controla a maioria das atividades ilegais, como drogas e prostituição. Quem se opõe pode esperar violência física e ameaças de morte. Os perpetradores frequentemente citam a lei da Xaria como sua justificativa. As autoridades gregas não tomariam medidas, segundo a reportagem. O Estado Islâmico (EI) afirmou em várias ocasiões a intenção de infiltrar terroristas no fluxo de refugiados, com algum sucesso. Hans-Georg Maassen, chefe da inteligência interna alemã, disse em 2017 à TV pública ZDF que as autoridades europeias "viram repetidas vezes que terroristas estão sendo contrabandeados, camuflados como refugiados. Esse é um fato que as autoridades de segurança devem procurar reconhecer e identificar". Um ex-comandante da OTAN, o general da Força Aérea Philip Breedlove disse em março desse ano que o EI havia introduzido mil e quinhentos combatentes na Europa. Em 23 de março de 2019, as Forças Democráticas Sírias, apoiadas pelos Estados Unidos, eliminaram o último reduto urbano do grupo na Síria, em Al-Bagouz, no leste da província de Deir Zor.
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Em 26 de outubro de 2019, foi reportado que, na vila de Barisha, no distrito de Idlib, no noroeste da Síria, Abu Bakr al-Baghdadi, líder do Estado Islâmico, foi morto numa operação militar encabeçada por tropas especiais dos Estados Unidos. Al-Baghdadi teria sido morto quando detonou um cinturão de explosivos que carregava consigo. Duas crianças foram mortas, mas nenhuma perda foi reportada entre as tropas estadunidenses. Quatro dias após a confirmação da morte do seu líder, o Estado Islâmico anunciou Abu Ibrahim al Hashimi al-Qurayshi como seu novo califa. Pouco é sabido sobre ele. Em Junho de 2019, o Estado Islâmico (EIPAC - Estado Islâmico na Província da África Central) deu a conhecer a sua presença em Moçambique e o seu envolvimento nos combates que têm abalado o norte do país desde o final de 2017. No dia 12 de Agosto de 2020, durante a madrugada, os jihadistas tomaram posse de Mocimboa da Praia e do respectivo porto, assim como, segundo algumas fontes, duas instalações militares. Perto da localidade está a ser desenvolvido um projecto de aproveitamento de gás natural da firma francesa Total. A partir dum pequeno e mal armado bando, os jihadistas revelam agora um nível superior de organização, estratégia e armamento. A data de fins de Março de 2021, o conflito em Moçambique tinha já provocado cerca de dois mil e seiscentos mortos e setecentos mil refugiados. Em 2 de fevereiro de 2022, tropas especiais nos Estados Unidos lançaram uma operação militar em Atme, no noroeste da Síria, que terminou na morte do líder do Estado Islâmico, Abu Ibrahim al-Qurayshi.
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Selank é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Selank apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Selank)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Selank)